Biomagnetismo: Mal de Parkinson pode ter ligação com bactérias no intestino

BIOMAGNETISMO, A MEDICINA DO FUTURO!!!

Palavras do Dr. Isaac Goiz Durán (descobridor do Par Biomagnético):
O TEMPO NOS DARÁ A RAZÃO!



Desde 1989, o Dr. Goiz vem informando a comunidade científica, que a causa de nossas enfermidades, são os microrganismos.

Aos poucos a verdade vem à tona...

Mal de Parkinson pode ter ligação com bactérias no intestino.
Conexão levaria ao desenvolvimento de novas terapias.


Dano progressivo no cérebro dos pacientes provoca tremores - Free Images


RIO - Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) descobriu, com base em experimentos realizados em ratos, que o mal de Parkinson pode estar relacionado a bactérias localizados no intestino. O experimento foi detalhado na edição desta semana da revista “Cell”.

Espera-se que o resultado do levantamento, se confirmado em humanos, leve ao desenvolve de novas drogas, que matariam micro-organismos no intestino. O estudo, segundo os especialistas, abriria uma “emocionante nova avenida de estudos”.

O mal de Parkinson leva a um dano progressivo do cérebro, provocando tremor e dificuldade para movimento.

Os pesquisadores usaram ratos geneticamente programados para desenvolver Parkinson — os roedores produziam altgos níveis da proteína alfa-sinucleína, que é relacionada aos danos causados no cérebro pela doença.

No entanto, apenas os animais com bactérias no estômago desenvolveram sintomas. Os ratos estéreis permaneceram saudáveis.

Outros experimentos mostraram que o transplante da bactérias ligadas a pacientes com Parkinson para os ratos provocou mais sintomas do que o de bactérias extraídas de pessoas saudáveis.

- Este foi momento “eureca”, descreve Timothy Samson, pesquisador da Caltech. — Os ratos eram geneticamente idênticos, a única diferença era a presença ou ausência da microbiota intestinal. Agora estamos confiantes de que estas bactérias regulam, e podem até ser necessárias, para os sintomas de Parkinson.

De acordo com os cientistas, a bactéria libera substâncias químicas que ativam partes do cérebro, levando aos seus danos. A bactéria pode quebrar a fibra em ácidos graxos de cadeia curta. Estima-se que um desequilíbrio nestas substâncias aciona as células imunes do cérebro a causar danos.

Também envolvido na pesquisa, o professor Sarkis Mazmanian ressalta que seu grupo “descobriu pela primeira vez uma ligação biológica entre a microbiota do intestino e o mal de Parkinson”.

- A pesquisa revela que a doença neurodegenerativa pode ter sua origem no intestino, e não somente no cérebro, como se pensava — ressalta. — Esta é uma mudança de paradigma e abre a porta para novas possibilidades de tratamentos.

As trilhões de bactérias que vivem no intestino são fundamentais para a saúde humana, então retirá-las completamente não é uma opção.

Arthur Roach, da organização Parkinson's UK, ressalta que ainda é preciso comprovar o estudo em humanos.

- Este trabalho abre uma emocionante nova avenida de estudos. Ainda há muitas questões a serem respondidas, mas esperamos que esse trabalho leve ao desencadeamento de novas pesquisas, que revolucionarão os tratamentos para a doença.

Fonte: www.oglobo.globo.com

Biomagnetismo: Microrganismos - Arquea (Archaea)

Imagem relacionada

O domínio Arquea não foi reconhecido como um importante domínio de vida até recentemente. Até o século 20, a maioria dos biólogos consideravam que todos os seres vivos eram classificáveis como uma planta ou um animal. Mas nos anos 1950 e 1960, a maioria dos biólogos chegaram à conclusão de que este sistema não conseguiu acomodar os fungos, protistas e bactérias. Na década de 1970, um sistema de Cinco Reinos havia sido aceito como o modelo pelo qual todos os seres vivos podiam ser classificados. Em um nível mais fundamental, foi feita uma distinção entre as bactérias procarióticas e os quatro reinos eucariotas (plantas, animais, fungos e protistas). A distinção reconhece os traços comuns que os organismos eucarióticos compartilham, como núcleos, citoesqueletos e membranas internas.

A comunidade científica ficou compreensivelmente chocada no final da década de 1970 pela descoberta de um grupo inteiramente novo de organismos, a Arquea. O Dr. Carl Woese e seus colegas da Universidade de Illinois estavam estudando relações entre os procariotas usando sequências de DNA e descobriram que havia dois grupos distintamente diferentes. Essas "bactérias" que viviam em altas temperaturas ou produziram metano agrupadas como um grupo bem longe das bactérias usuais e dos eucariotas. Devido a essa grande diferença na composição genética, Woese propôs que a vida fosse dividida em três domínios: Eucariota, Eubactérias e Arqueobactérias. Mais tarde, ele decidiu que o termo Arqueobactéria era um nome incorreto, e encurtou-o para Arquea. Os três domínios são mostrados na ilustração abaixo, o que ilustra também que cada grupo é muito diferente dos outros.



Outros trabalhos revelaram surpresas adicionais, que você pode ler sobre as outras páginas desta exibição. É verdade que a maioria das Arqueas não parecem tão diferente das bactérias sob o microscópio, e que as condições extremas sob as quais vivem muitas espécies os tornaram difíceis de cultivar, de modo que seu lugar único entre os organismos vivos não foi reconhecido. No entanto, bioquimicamente e geneticamente, eles são tão diferentes das bactérias como você é. Embora muitos livros e artigos ainda se referem a eles como "Arqueobactérias", esse termo foi abandonado porque não são bactérias, são Arqueas.
















Encontrando Arqueas: As fontes termais do Parque Nacional de Yellowstone, EUA, estavam entre os primeiros lugares onde a Arquea foi descoberta. À esquerda é Octopus Spring, e à direita é Obsidian Pool. Cada grupo tem conteúdo mineral ligeiramente diferente, temperatura, salinidade, etc., de modo que pools diferentes podem conter diferentes comunidades de Arqueas e outros micróbios. Os biólogos retratados acima utilizam lâminas de microscópio de imersão na piscina fervente sobre a qual, algumas Arqueas podem ser capturadas para estudo.


As Arqueas são habitantes de alguns dos ambientes mais extremos do planeta. Alguns vivem perto de fendas no mar profundo a temperaturas bem superiores a 100 graus Celsius. Outros vivem em fontes termais (como as imagens acima), ou em águas extremamente alcalinas ou ácidas. Eles foram encontrados prosperando dentro dos tratos digestivos de vacas, térmitas e vida marinha onde produzem metano. Eles vivem nas lamas anóxicas dos pântanos e no fundo do oceano, e até prosperam em depósitos de petróleo profundos no subsolo.

Algumas Arqueas podem sobreviver aos efeitos dessecantes de águas extremamente salgadas. Um grupo de Arqueas que amam o sal, é a Halobactéria, uma Arquea bem estudado. O pigmento sensível à luz chamado bacteriorrodopsina, dá a Halobactéria sua cor e fornece energia química. A bacteriorrodopsina tem uma cor roxa encantadora e bombeia prótons para fora da membrana. Quando esses prótons fluem de volta, eles são usados na síntese de ATP, que é a fonte de energia da célula. Esta proteína é quimicamente muito semelhante ao pigmento de detecção de luz Rodopsina, encontrado na retina dos vertebrados.

As Arqueas podem ser os únicos organismos que podem viver em habitats extremos, como aberturas térmicas ou água hipersalina. Eles podem ser extremamente abundantes em ambientes hostis a todas as outras formas de vida. No entanto, as arqueias não estão restritas a ambientes extremos. Novas pesquisas mostram que os arqueólogos também são bastante abundantes no plâncton do mar aberto. Ainda há muito a aprender sobre esses micróbios, mas é claro que a Arquea é um clado de organismos extraordinariamente diversificado e bem sucedido.

O Dr. Isaac Goiz (descobridor do Par Biomagnético) está pesquisando as Arqueas e como elas podem afetar nossa saúde. Ele fez uma apresentação sobre estes microrganismos no 16° Congresso Internacional de Biomagnetismo no México. Está em busca de novos Pares Biomagnéticos para combater estes microrganismos.

Fonte: http://www.ucmp.berkeley.edu

Biomagnetismo: Estudo de Caso - Falência Ovariana Precoce




O presente trabalho foi apresentado pela Biomagnetista Regiane Oliveira, no 16° Congresso Internacional de Biomagnetismo.
Tem por finalidade expor a abordagem terapêutica de um caso de falência ovariana precoce (FOP), através da técnica de Biomagnetismo Médico.
São expostos aspectos gerais da FOP, que é definida como o desenvolvimento de hipogonadismo em mulheres antes dos 40 anos.
O leitor poderá ainda evidenciar as mudanças dos valores laboratoriais dos hormônios FSH e estrógeno, que são a base para avaliação da condição, após o início da terapia, bem como conhecer os aspectos que tornam o Biomagnetismo Médico eficaz no tratamento da mesma.


Falência Ovariana Precoce tratada com Biomagnetismo – Um estudo de caso
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Palestra de João Carlos Magalhães no 11º Encontro Holístico Brasileiro

Palestra de João Carlos Magalhães no 11º Encontro Holístico Brasileiro.
Biomagnetismo - A cura das doenças, através de campos magnéticos.

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A contribuição da Quimioterapia Citotóxica nos 5 anos de sobrevivência em malignidades em adultos



Em 2004 a revista Clinical Oncology em sua edição de número 16, divulgou um estudo onde faz um comparativo entre Austrália e Estados unidos sobre a contribuição da Quimioterapia Citotóxica nos 5 anos de sobrevivência em malignidades em adultos.

Abaixo os assustadores resultados, mostrando a porcentagem de sobrevivência dos pacientes, após 5 anos do tratamento:

MORGAN, G et al. The Contribution of Cytotoxic Chemotherapy to 5-year Survival in Adult Malignancies.
Clinical Oncology (2004) 16:549-560

Austrália = 72.903 tratados. 2,3% de sobrevivência.
Melhor efeito: Câncer de testículo: 41% de sobrevivência.
Nenhum efeito: Melanoma, mama, próstata, bexiga, rins e cérebro.

Estados Unidos = 154.971 tratados. 2,1% de sobrevivencia.

Total: 227.874 tratados. 2,2% de sobrevivência.

Após estes números, você ainda pretende utilizar-se deste tratamento?


O Biomagnetismo possui inúmeros resultados positivos, no tratamento de neoplasias malignas.

Registro ITR - International Therapist Registry



Recebendo o número 11605, passei a fazer parte do ITR - International Therapist Registry (Registro Internacional de Terapeutas).

Um registro de terapeutas em nível mundial, dispostos a participar de eventos na área de ação social em seu país ou exterior, consolidando o apoio ao Departamento Terapeutas em Ação para se tornar um Departamento reconhecido pela ONU.

Ser terapeuta é amar o próximo!!!

Cone Hindu



O Cone Hindu, conhecido também como Cone Chinês, é uma terapia que tem como principal objetivo a desobstrução dos canais energéticos (limpeza do campo áurico), desobstrução do ouvido, nariz e garganta.

Trata-se de uma técnica popular passada de geração a geração. Utilizada há mais de três mil anos pelos hindus para limpar os ouvidos e canais respiratórios e pelas elites religiosas das grandes civilizações, como sacerdotes maias e monges tibetanos para obter centralização, alinhamento e harmonização de pensamentos, sentimentos, emoções e todos os demais aspectos que, quando em equilíbrio favorecem a conexão com a divindade, a comunicação com as esferas superiores.cone hindu

Não se sabe ao certo quem foram os percursores. Alguns dizem que foram os egípcios, tibetanos, hindus, chineses, xamânicos e por ai vai. Hoje, os “Cones de Ouvido” são usados em todo o mundo.

Como são produzidos?

Os cones são produzidos com cera de abelha, puro algodão e própolis.

Indicações:
Podem ser usados por bebes, crianças e adultos, desde que aplicado pelo profissional habilitado.

Contraindicações:
Processos cirúrgicos recentes, cisto nos ouvidos, mastoidite, corrimentos, osteosclerose, perda de audição congênita, tumores no ouvido.

Indicações para a utilização do Cone Hindu:

Alergias respiratórias.
Alinhamento dos Chakras.
Ansiedade, estresse, nervosismo.
Dores de cabeça e enxaquecas.
Eliminação de energia intrusa.
Estados de gripais.
Excesso de cerúmen.
Excesso de energia em pontos específicos.
Excesso de mucosidade (ouvido, nariz e garganta).
Falta de centralização energética, física e espiritual.
Insônia.
Labirintopatia.
Otalgias.
Perda de audição por bloqueio de secreções.
Redução olfativa.
Síndrome de Meniére.
Sinusite aguda ou crônica.
Tensão nervosa.
Tonturas sem causas definidas.
Zumbidos e vertigens.

Benefícios Terapêuticos do Cone Hindu:
Acalma o sistema nervoso.
Ativa a  circulação nos ouvidos.
Aumento da atenção, da percepção e da intuição.
Auxilia no redirecionamento da vida.
Cessa os sintomas físicos causados pelos desequilíbrios energéticos.
Desintoxica os sinus.
Desobstrui o ouvido, nariz e garganta.
Desobstrui o sistema linfático.
Eleva o padrão vibratório.
Estimula o SNC proporcionando clareza na audição e na visão, melhorando o paladar e o olfato.
Facilita o desenvolvimento mediúnico.
Fortalece o sistema imunológico.
Realinha os chakras.
Promove a centralização energética, emocional e espiritual.
Purifica a energia.
Traz clareza aos pensamentos.
Aplicação e Princípio de Funcionamento

Coloca-se a parte mais fina do cone na entrada do ouvido, em seguida, acende-se a outra extremidade. Assim que o fogo consome todo o oxigênio contido no interior do cone, inicia-se um suave processo de aspiração (pressão negativa por causa do vácuo). Esta aspiração juntamente com a fumaça e o calor, mobiliza todo muco acumulado nas passagens internas do ouvido, nariz e garganta. Esta mobilização de muco desobstrui as passagens internas, ajudando assim o organismo a se autorregular. Além de melhorar a audição por desobstruir o canal do ouvido, ele promove o equilíbrio emocional, sensorial, apura os sentidos e contribui para o desenvolvimento espiritual, uma vez que clareia a mente, aguça os sentidos e aumenta a sensibilidade e a intuição. Suas propriedades agem de forma a realizar uma limpeza profunda, retirando e transmutando as energias negativas, combatendo e prevenindo várias doenças. Ao terminar o processo de limpeza, podem ser visto no cone os objetos cristalizados que foram eliminados.

A terapia com os cones, além de tratar a visão, olfato, paladar, audição, promove processos energéticos que harmonizam os elementos do Ar e Água do sistema auditivo, tranquiliza o Shen (Mente) e ativa os meridianos.

Na Medicina Tradicional Chinesa, a saúde do ouvido está intimamente ligada às condições energéticas dos rins, e pertencem ao elemento água.

Na Índia é conhecido para “clarear a mente”, “retirar os maus espíritos” e “purificar os sonhos”.

Fonte: http://www.institutolongtao.com.br